http://www.ivancabral.com/2010/12/charge-do-dia-efeito-apia.html
Por Pedro Paulo
Na coluna do Elio Gaspari da Folha De São Paulo deste 27/11/16 lemos:
Congresso arma votação de anistia para quem praticou caixa dois
Link: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/eliogaspari/2016/11/1835966-congresso-arma-votacao-de-anistia-para-quem-praticou-caixa-dois.shtml#_=_
Essa armação para livrar os políticos comprometidos em crimes diversos é uma tremenda afronta que a população do nosso país não poderá suportar! Uma relação dos políticos que desejam essa anistia será breve e amplamente divulgada pela mídia. Fica o alerta: Quem arma uma má ação, corre o risco de amar-a-ação, ou, de cometer a má-ação...
domingo, 27 de novembro de 2016
domingo, 13 de novembro de 2016
Denunciar é combater o crime
O Disque Denúncia (181) é um serviço de utilidade pública. Manter o anonimato de quem está denunciando é a principal característica do serviço disponibilizado pela polícia. Esta é uma arma importante que faz com que as informações recebidas sirvam para prevenção e combate da criminalidade crescente, não somente em nosso país, como também em outros países que usam este relevante recurso.
Todo mundo está careca de saber o quanto serve este instrumento no combate ao crime, mas, vou rasgar o verbo porque o assunto aqui é outro!
Vamos a uma informação interessante: O Superior Tribunal de Justiça, o STJ, por três votos contra um, considerou ilegal as interceptações telefônicas realizadas na Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Fato ocorrido em 05/04/11. A conclusão da sentença foi que, por considerar que as denuncias anônimas não podem servir para investigar crimes, ninguém ainda foi punido pelo objeto da investigação.
Não seria bastante correto dizer? A Operação Castelo de Areia que precedeu a Operação Lava Jato vai morrer na praia...
Quando, um instrumento como esse (a denúncia anônima) não pode servir para prevenir crimes e punir os culpados? Seria por causa da interpretação da lei? Ou, isso parece ser uma coisa que interessa os investigados e que talvez não tenha sido bem interpretado pelos julgadores? Quem sabe dizer? Quem saberia dizer? Quem sabe?
Pois bem, vamos ao que interessa! Surge na atualidade um polêmico projeto de lei sobre abuso de autoridade elaborado por alguns políticos, de diferentes partidos, para tentar intimidar a operação Lava Jato. Devemos ficar atentos a esse golpe contra o povo brasileiro que sofre tanto com a corrupção.
Tentar inibir os investigadores da Operação Lava Jato é um atentado contra o nosso país e serve apenas a favor de corruptos e dos corruptores que já nos lesaram muito.
Chega de corrupção! Devemos nos mobilizar contra esses políticos e partidos que por certo estão com o rabo preso ou cheio da merda que eles mesmos produziram e que podemos dizer... cheira mal!
domingo, 6 de novembro de 2016
A MORTE DA VIDA
Onda de lama, procedente do rompimento de barragens em Mariana (MG), invade o Rio Doce
Fred Loureiro/Secom-ES
Por Pedro Paulo
Ontem dia 5 de novembro de 2016, comemorou-se a morte da vida. Completou um ano do maior desastre ambiental do Brasil. Infelizmente, o mais triste desta história é que o bolo que coroa esta celebração tem nome: IMPUNIDADE.
Os responsáveis ainda não foram punidos por culpa da lentidão da justiça. A população que sofre até hoje com os danos não foi devidamente ressarcida dos prejuízos. Não temos visto nenhum empenho das autoridades em acelerar o cumprimento de medidas que tragam solução possam amenizar o impacto deixado por esta tragédia.
Vou republicar o poema: A vida sem respeito não é vida, é rejeito! De autoria de Iracema Claro, cuja fonte deixo citada abaixo, que tenta retratar o sentimento em verso deste episódio lamentável...
A vida sem respeito não é vida, é rejeito!
O Brasil de cores e seu povo cheio de dores.
A cor da bandeira do choro mineiro é marrom.
A dor da morte é vivida, cheirada e sentida.
A vida foi mergulhada na morte marrom.
A água ficou sem ar,
Sem razão de ser bebida, molhada,
fresca, tocada, sentida.
O ar ficou tristonho
O rosto ficou sem cor
E a cor da dor: Marrom.
Sentiu o mar
Sentiu o rio
Sentiu o ribeirinho
O pescador sem pão, sem rio, sem ninho.
Marrom ficou o brilho do olhar do pescador
Marrom ficou a vida do ribeirinho ... que dor!
Marrom ficou a vida mineira
Extasiada pela tragédia, ficou a pátria inteira.
O rio sem água pra viver
Há água, pra não beber
O peixe sem água sem vida,
Ninguém mais nada, nada!
O mundo viu isso, tragédia anunciada.
Comum desrespeito por aqui, óh minha pátria amada!
Em silêncio de morte responde a natureza:
Poder sem responsabilidade gera morte, secura, desolação, vergonha e tristeza.
A vida sem respeito não é vida, é rejeito!
Autora: Iracema Claro
Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/a-vida-sem-respeito-nao-e-vida-e-rejeito
Fred Loureiro/Secom-ES
Por Pedro Paulo
Ontem dia 5 de novembro de 2016, comemorou-se a morte da vida. Completou um ano do maior desastre ambiental do Brasil. Infelizmente, o mais triste desta história é que o bolo que coroa esta celebração tem nome: IMPUNIDADE.
Os responsáveis ainda não foram punidos por culpa da lentidão da justiça. A população que sofre até hoje com os danos não foi devidamente ressarcida dos prejuízos. Não temos visto nenhum empenho das autoridades em acelerar o cumprimento de medidas que tragam solução possam amenizar o impacto deixado por esta tragédia.
Vou republicar o poema: A vida sem respeito não é vida, é rejeito! De autoria de Iracema Claro, cuja fonte deixo citada abaixo, que tenta retratar o sentimento em verso deste episódio lamentável...
A vida sem respeito não é vida, é rejeito!
O Brasil de cores e seu povo cheio de dores.
A cor da bandeira do choro mineiro é marrom.
A dor da morte é vivida, cheirada e sentida.
A vida foi mergulhada na morte marrom.
A água ficou sem ar,
Sem razão de ser bebida, molhada,
fresca, tocada, sentida.
O ar ficou tristonho
O rosto ficou sem cor
E a cor da dor: Marrom.
Sentiu o mar
Sentiu o rio
Sentiu o ribeirinho
O pescador sem pão, sem rio, sem ninho.
Marrom ficou o brilho do olhar do pescador
Marrom ficou a vida do ribeirinho ... que dor!
Marrom ficou a vida mineira
Extasiada pela tragédia, ficou a pátria inteira.
O rio sem água pra viver
Há água, pra não beber
O peixe sem água sem vida,
Ninguém mais nada, nada!
O mundo viu isso, tragédia anunciada.
Comum desrespeito por aqui, óh minha pátria amada!
Em silêncio de morte responde a natureza:
Poder sem responsabilidade gera morte, secura, desolação, vergonha e tristeza.
A vida sem respeito não é vida, é rejeito!
Autora: Iracema Claro
Fonte: http://www.ultimato.com.br/comunidade-conteudo/a-vida-sem-respeito-nao-e-vida-e-rejeito
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